quarta-feira, 17 de julho de 2013

Parlenda

Olá meus queridos alunos do 2º ano!!!
Já decoraram a parlenda?
Eu estou aqui na escola preparando a nossa apresentação e, muitas outras novidades pra vocês.
Estou com muita saudade.
Aí vai uma parlenda;

Sete e sete são quatorze,
com mais sete, vinte e um.
Tenho quinze aluninhos
não me canso de nenhum!

Tia Marli

Atenção alunos do 4º ano!!!

Logo que iniciarmos o 2º semestre, entraremos em uma nova aventura !
Iremos ler o livro: A Bolsa Amarela de Lygia Bojunga .Com esta leitura faremos uma inesquecível viagem ao mundo da fantasia, correremos riscos e daremos muitas gargalhadas.
Espero vocês!!!
                                           
Profª Ligia
           

terça-feira, 28 de maio de 2013

A importância de brincar com o outro!

                                             

    A criança que brinca com o outro se defronta com problemas e desafios constantes sendo necessário usar de recursos e estratégias para convencer, dividir e dialogar. A Escola Ceca prioriza o brincar e o vê como uma oportunidade de interação e socialização das crianças.
    O papel do professor mais que de um observador é o de intervir provocando os alunos a construir essas estratégias para os relacionamentos.
    Considerações da coordenação.





quarta-feira, 15 de maio de 2013

PROJETO VIVER NA DIVERSIDADE - 6º, 7º, 8º e 9º Ano



Não podemos mudar sempre as coisas,
Mas podemos tentar olhar de uma outra maneira.
Albino Gomes



Ao pensar na diversidade humana, no olhar de diversas maneiras é que estamos refletindo sobre a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais na escola CECA .
Este projeto, iniciado em fevereiro deste ano no Fundamental 2, tem como proposta refletir com os 6⁰, 7 ⁰, 8 ⁰ e 9 ⁰anos separadamente sobre o que são as deficiências, os transtornos do desenvolvimento e como compartilhar o espaço escolar com todos, respeitando e convivendo com as características individuas de cada colega.
Como sempre, esta faixa etária nos surpreende, mostrando caminhos para ampliar as relações, o processo de aprendizagem, as ajudas, as parcerias, o compartilhar experiências e histórias. Nossos encontros mensais às segundas-feiras servem como disparador de reflexões para serem feitas e  vivenciadas durante o mês com os professores e colegas.
Esta experiência nos remete ao eixo e à meta destes encontros, que é de ajudar cada um a refletir como pode conviver com o outro, respeitando suas diversidades, partindo do princípio de que temos diferenças e somos diferentes.
O ambiente familiar, a qualidade da relação com os filhos, como a família compreende e conversa sobre as diferenças visíveis e não visíveis do ser humano com seus filhos com certeza possibilitam que este aluno, atualmente inserido em um sistema de educação focado no respeito à diversidade,aprenda e leve para sua vida, com mais facilidade, experiências de viver respeitando e entendendo as diferenças individuais de cada ser humano.
Este projeto realmente possibilitará vivermos e convivermos em um espaço educacional compartilhando e aprendendo a viver na diversidade. Caso vocês, pais, tenham interesse em conversar sobre estes assuntos que compartilhamos com seus filhos, entrem em contato pelo meu e-mail: madasantanna2@gmail.com. Estarei à disposição.
Boas conversas sobre a diversidade humana com seus filhos.

Maria Madalena Moraes Sant´Anna
Terapeuta ocupacional
CREFITO 779-8

terça-feira, 7 de maio de 2013

Os Jogos e a Estimulação Social - 5º Ano


            Os jogos estimulam a vida social e a atividade construtiva da criança além de propiciar o desenvolvimento do pensamento lógico e a formação de seus valores sociais e morais.
           O jogo é uma competição física ou mental e deve proporcionar desafios, permitir a auto avaliação dos jogadores em relação aos seus erros e assim construir relações entre as suas ações e as consequências das mesmas.

           Segundo Piaget "O novo conhecimento se desenvolve pela modificação ativa que a criança faz do seu próprio conhecimento anterior." Portanto o aluno deve estar em constante processo construtivo e o professor deve incentivar tudo que valorize esse processo.
            Através dos jogos as crianças desenvolvem a confiança e, as crianças que confiam na sua capacidade de tirar conclusões próprias constroem o conhecimento com maior rapidez.
            Levando em consideração o processo de aprendizagem e sabendo que a interação com seus colegas ajuda na formação dos valores morais, pois a criança constroe seus valores morais mais livremente quando está em situação de igualdade em relação aos seus pares, propus aos alunos que, usando o conteúdo trabalhado na disciplina de geografia sobre formas de relevo, elaborassem um jogo da memória.
            Os alunos foram divididos em pares e cada dupla ficou responsável por elencar as informações que seriam usadas no jogo.

            Usando a interdisciplinaridade os alunos desenvolveram na disciplina de português o resumo das informações para serem usadas nas cartas do jogo e em matemática o trabalho com o uso da régua para medida dos cartões assim como cálculo para saber a quantidade de cartões necessários para o jogo e quantos cada aluno deveria fazer.
             O resultado do trabalho foi a oportunidade do trabalho em grupo onde desenvolveram relações sociais, seu processo de aprendizagem e fixação do conteúdo trabalhado no trimestre.


                                                          Considerações da Prfª Lígia 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Postura Corporal


Todo ano como professora de Educação Física, tenho a preocupação e o objetivo de trabalhar a postura com nossos alunos.
Os jovens e as pessoas em geral têm uma postura muito ruim. Sabemos que dessa má postura podem se desenvolver muitas dores, falta de concentração, projeção da barriga, problemas de coluna e etc...
Nesta semana trouxemos a fisioterapeuta Maria Jose Pereira Sella para um bate-papo e conscientização dos alunos sobre este tema.



Sabemos também que não e um assunto encerrado. Continuaremos a trabalhar para que os jovens tenham uma melhor postura corporal.

Considerações da professora Zoe Arantes Bracci